Pai… Eu cresci e não houve outro jeito

O que é ter um pai?

É saber que um ser durão chorou quando te viu pela primeira vez, sem se importar que você tava sujo, chorando ele te beijou com orgulho. É saber que alguém nesse mundo faria qualquer coisa pra não te ver sofrendo, daria a vida no lugar da sua sem nenhum arrependimento futuro. É se sentir seguro mesmo estando pendurado a 2 metros de altura, a gente sabe que daqueles ombros a gente não cai.  É ouvir a cada 5 minutos que os vizinhos vão reclamar da altura do som.  É brigar e achar que o mundo acabou, que ele não te ama e que os filhos dos outros são sempre melhores que você.  É ver ele chorar quando chega a hora de falar de você  em público. É sentir o chão tremer no dia em que aquele namoradinho foi apresentado a familia.  Ter pai é torcer para o Fluminense ganhar, mesmo não gostando muito de futebol, só pra ele não ficar triste.  É ouvir batidas na porta do quarto as 7:00 da manhã de sexta-feira que por acaso não tinha aula. É se sentir uma joia preciosa quando encontra os amigos dele na rua.  Ter pai é comer uma mistureba de tudo que sobrou do jantar de ontem quando sua mãe não deixa o almoço.  É ter sempre alguem que acha que ainda consegue te pegar no colo mesmo você já tendo 20 anos. É ficar acordada esperando ele chegar do trabalho porque você tem certeza que junto dele virá uma surpresinha. É ter alguém que não vai desistir enquanto não tirar um sorriso seu. É ganhar um beijo a cada despedida e um abraço a cada chegada. É não entender as atitudes dele, mas saber que a gente erra, e muito, por amar demais. É querer que ele desapareça e ao mesmo tempo não saber como seria a vida sem ele.

Assim é ter um pai para Juliana.

Mas o importante mesmo é saber que um Pai de verdade vai sempre segurar sua mão nas horas difíceis da vida e que seus olhos sempre vão brilhar por cada conquista sua.

Termino aqui com uma declaração de um pai muito especial:

“Quando indagado pelo que é ser pai, me vi vagando por todos os sentimentos; anseios, felicidades, preocupações, afetividade, trabalho, enfim… se torna difícil descrever em poucas palavras…

Ser pai é amar incondicionalmente, assim com Deus nos ama…
É viver e fazer sem pensar ou pedir algo em troca…
É abdicar-se das próprias vontades…
É investir sem medo de errar…
É querer o bem estar, mesmo que isso se resuma a um soutien apenas…
É querer dar o melhor que não teve a si próprio…
É o subproduto da essência do amor…
Ser pai é ser EU! Raphael Rodrigues”
Pai!
Me perdoa essa insegurança, É que eu não sou mais aquela criança Que um dia morrendo de medo nos teus braços você fez  segredo. Nos teus passos você foi mais eu…
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~ por Juliana em 24 de junho de 2011.

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